Um barco que transportava ajuda humanitária para os palestinianos de Gaza, com bandeira grega e 21 pessoas a bordo, entre políticos, pessoal médico e trabalhadores da ajuda humanitária, foi interceptado pela marinha de guerra israelita a cerca de cem milhas a noroeste daquele território e obrigado a voltar para trás sob ameaça de fogo. Segundo disse à Reuters o organizador da missão, Huwaida Arraf, do Movimento Libertem Gaza, com sede nos EUA, “eles estiveram muito próximos de nós e ameaçaram que se continuássemos abririam fogo sobre nós”. Há dias, ficou claro para todos quem manda na presidência norte-americana. Hoje, caso não surja o protesto correspondente à simpatia dispensada pelos israelitas a um barco com pavilhão de um país da UE, ficaremos a saber se mandam também no directório que detém o poder na União Europeia. Indiferentes a tudo e a todos, o exército israelita lançou um pesado bombardeamento sobre Gaza, atingindo edifícios que albergavam a agência das Nações Unidas de ajuda aos refugiados palestinianos, a UNRWA, e vários media internacionais, incluindo as redacções da agência noticiosa Reuters, das televisões Fox e Sky, bem como das cadeias Al-Arabiya e MBC. A Comissão Europeia já declarou estar “chocada” e “consternada” com estes ataques. É pouco. Muito pouco.
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Quem manda aqui?
Etiquetas: Crimes contra a Humanidade, diplomacia europeia, Faixa de Gaza, Israel
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Filipe Tourais
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sexta-feira, 6 de julho de 2007
O milagre chinês
Porque os responsáveis europeus fecham os olhos e não exigem um fim para estes crimes, esta é a vida de milhões de chineses e é com isto que competimos. Com produtos produzidos sem custos laborais, que entram na Europa a preços imbatíveis, destruindo o emprego com direitos e as empresas europeias. Qual a prioridade? A Flexibilidade? Ou sanções proteccionistas enquanto continuar a existir escravatura no tal mundo cheio de modernidade? A posição europeia é de todos conhecida.
Etiquetas: China, competitividade, diplomacia europeia, escravatura, hipocrisia neo-liberal, Interesses instalados
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Filipe Tourais
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