A Assembleia da República aprovou, nesta quinta-feira, três projectos de lei do Bloco de Esquerda: o levantamento do sigilo bancário para o combate à fraude fiscal, a transparência nas remunerações dos administradores e a taxação dos prémios aos mesmos, conhecidos como "pára-quedas dourados, verão finalmente letra de lei". Porém, outros quatro diplomas do Bloco foram rejeitados: o projecto de lei que estabelecia o imposto de solidariedade sobre as grandes fortunas, o projecto de resolução sobre medidas de combate à criminalidade financeira e aos movimentos especulativos em paraísos fiscais, o projecto de lei para a determinação de regras de acesso a benefícios fiscais em zona fiscalmente privilegiada sob a tutela do Estado português e o projecto para a criação de um imposto sobre as operações cambiais e especulativas. Novamente, quem obstou a que estes instrumentos essenciais, tanto no combate À corrupção como na promoção de mais justiça e solidariedade sociais, foram os mesmos que nos (e se) governam há 35 anos – PS, PSD e CDS-PP -, com algumas honrosas excepções. Porque dizer é diferente de fazer e porque será um dado preponderante na formulação de qualquer escolha eleitoral minimamente consciente, a informaçã precisa de quem votou o quê está disponível aqui. Aprovar o fim do sigilo bancário e manter as transacções com off-shores fora de vista das autoridades é um sinal claro das intenções de quem diz que quer fazer muito e sabe que não está a mudar nada.
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quinta-feira, 16 de abril de 2009
Quem votou o quê
Etiquetas: CDS-PP, Interesses instalados, Não existe oposição?, PS, PSD
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Filipe Tourais
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sexta-feira, 6 de julho de 2007
O milagre chinês
Porque os responsáveis europeus fecham os olhos e não exigem um fim para estes crimes, esta é a vida de milhões de chineses e é com isto que competimos. Com produtos produzidos sem custos laborais, que entram na Europa a preços imbatíveis, destruindo o emprego com direitos e as empresas europeias. Qual a prioridade? A Flexibilidade? Ou sanções proteccionistas enquanto continuar a existir escravatura no tal mundo cheio de modernidade? A posição europeia é de todos conhecida.
Etiquetas: China, competitividade, diplomacia europeia, escravatura, hipocrisia neo-liberal, Interesses instalados
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Filipe Tourais
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