Começou por ser noticiado como um
sismo, a seguir foi reclamado como teste nuclear e, independentemente de se confirmar
ou não a segunda versão, a certeza que fica é que a experiência nuclear norte-coreana
desta manhã é mesmo um sismo. Porém, não desses convencionais, um sismo no modelo de organização de nações
unidas na aceitação das imposições de um grupo restrito de membros de primeira que,
em nome da paz no mundo, usam o seu poder bélico para fazer negócios de guerra através
de um jogo de cumplicidades e omissões estratégicas que vai produzindo terrorismos
com tolerâncias variáveis e milhões de refugiados em todo o mundo. A confirmar-se
que a Coreia do Norte dispõe mesmo de poder nuclear, sendo esse o critério para
integrar este clube de negócios de guerra , os restantes que assumam a paternidade do filho que deixaram crescer até à maioridade e lhe dêem as boas-vindas ao seu clube de benfeitores. O impopular Kim Jong-un não será assim tão pior do que os colegas que protegem criminosos como
o Rei Saudita, os amigos israelitas, o regime iraniano ou os Governos fascistas
da Ucrânia e da Hungria. Não tinha era o poder que eles têm. Até hoje.
Fica a faltar-lhe a imprensa que os outros têm ao seu serviço para lhes acomodarem os crimes na aceitação da opinião pública da parcela de mundo que conta. Nada que o dinheiro não compre, portanto. Quanto à notícia do primeiro atentado terrorista com armas nucleares, não vale a pena impacientarmo-nos demasiado, é dar tempo ao tempo. Um dia destes.
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Há 1 hora


1 comentário:
A confirmar-se que a Coreia do Norte dispõe mesmo de poder nuclear, sendo esse o critério para integrar este clube de negócios de guerra, os restantes que lhe dêem as boas-vindas. Kim Jong-un não será assim tão pior do que os colegas que protegem criminosos como o Rei Saudita, os amigos israelitas, o regime iraniano ou os Governos fascistas da Ucrânia e da Hungria. Não tinha era o poder que eles têm. Até hoje. Fica a faltar-lhe a imprensa que os outros têm ao seu serviço para lhes branquearem os crimes. Nada que o dinheiro não compre, portanto.
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