No referendo da última Quinta-feira
foi a vez da extrema-direita dinamarquesa mostrar que está a crescer com a vitória
folgada do não, que apoiou, a mais integração europeia e cedência de soberania em
matérias como Segurança e Justiça. Hoje foi a vez da extrema-direita francesa dar o mesmo sinal na primeira volta das eleições regionais com uma vitória retumbante
cavalgada sobre os mesmos temas Segurança, terrorismo, imigração e eurocepticismo
que há quatro dias fizeram a vitória dos colegas dinamarqueses. Um pequeno passo
na Quinta, um grande passo hoje. Só os fanáticos é que se recusam a verificar como
o projecto europeu vai galopando para o fim a que o condenaram à medida que o foram amputando da sua dimensão
de Europa dos cidadãos que o fez nascer. Esta Europa definitivamente
não serve e a morte do que não presta nunca será problema. O problema está no que
virá depois. E o que virá depois, com loucos furiosos como Marine Le pen com poder para dar largas à sua loucura, mete medo,
muito medo.

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Esta Europa definitivamente não serve e a morte do que não presta nunca será problema. O problema está no que virá depois. E o que virá depois, com loucos furiosos como Marine Le pen com poder para dar largas à sua loucura, mete medo, muito medo.
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