A França e a Europa respiram de
alívio. Marine Le Pen, que na passada semana havia obtido uma estrondosa
vitória na primeira volta, saiu hoje derrotada em
toda a linha na segunda volta das regionais francesas. Felizmente que tudo
não passou de um susto, mas o poder político que retire agora as devidas conclusões
sobre as consequências da irresponsabilidade do tamanho da Europa de se
manterem fieis à agenda de concentração de riqueza que para já apenas deixou um aviso sobre
qual, mais cedo do que tarde, será a reacção do lado que andam a empobrecer,
exactamente aquele que detém o poder do voto. E a segunda conclusão a retirar cabe precisamente
aos eleitores, mais concretamente àqueles que se abstêm de participar nas
escolhas colectivas da sua comunidade: se tudo não passou de um susto, tal
facto ficamos todos a devê-lo aos cerca de 10% de eleitores que na primeira
volta não votaram e que hoje acorreram às urnas para retirarem a passadeira vermelha
para o poder, o presente que o abstencionismo de há uma semana deu a Marine Le Pen,
e não deixaram a França cair às mãos de uma organização criminosa. Não votar é uma
irresponsabilidade que apenas torna mais fácil a eleição daqueles que tenham à
sua disposição a melhor máquina eleitoral, como é o caso da FN em França e como
é o caso de todas as forças partidárias que
em todo o mundo o abstencionismo militante vai perpetuando no poder.
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Há 1 hora


1 comentário:
O poder político que retire agora as devidas conclusões sobre as consequências da irresponsabilidade do tamanho da Europa de se manterem fieis à agenda de concentração de riqueza que para já apenas deixou um aviso sobre qual, mais cedo do que tarde, será a reacção do lado que andam a empobrecer, exactamente aquele que detém o poder do voto.
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