segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Ao 3º banco: não esquecer que nacionalizar a banca é uma utopia


O novo Governo tomou posse há pouco mais de duas semanas. As heranças do reinado laranja não tardaram a dar sinais de vida. Para não me alongar muito, saltarei os capítulos relativos à almofada financeira que se eclipsou, à bomba-relógio do Novo Banco, ao cambalacho da oferta da TAP, aos “investidores” chineses e angolanos investigados por corrupção e que o anterior Governo elegeu como “parceiros” para lhes confiar sectores e empresas tão importantes como a maior seguradora do país. Não faltarão oportunidades para referi-los aqui, todos eles correspondem a facturas que alguém terá que pagar. Porque a bomba do dia é o BANIF, este que lêem serve apenas para recuperar um vídeo que já por aqui passou feito pouco depois da famosa injecção de 1100 milhões pela calada da noite de final de ano para nos dar a conhecer os nomes dos mágicos que foram desenvolvendo as suas artes naquela respeitável instituição, o terceiro banco que iremos pagar. E ainda falta o Montepio.

1 comentário:

fb disse...

Porque a bomba do dia é o BANIF, este que lêem serve apenas para recuperar um vídeo feito para nos dar a conhecer os nomes dos mágicos que foram desenvolvendo as suas artes naquela respeitável instituição, o terceiro banco que iremos pagar. E ainda falta o Montepio.