Foi uma Sexta-feira negra em
Paris. Todas as palavras seriam poucas para expressar o horror que fui sentindo
à medida que ia acompanhando os balanços que nas televisões se foram fazendo da
carnificina que, ainda com números provisórios, já se saldou no maior ataque
terrorista em solo europeu dos últimos dez anos. Não quero, de forma alguma,
relativizá-lo. Porém, o que me vem à ideia é o cenário de carnificinas diárias,
de Domingo a Domingo, que os mesmos assassinos fazem acontecer lá longe, onde os
donos do mundo continuam a brincar às guerras como se o que aconteceu ontem não
lhes pudesse rebentar à porta como retaliação. É destas carnificinas diárias
que fogem os refugiados que arriscam a vida para fugir à morte e chegam à
Europa às centenas de milhar. Serão as suas vidas que engrossarão o balanço
negro da noite de ontem se, ao invés de
compreendê-los melhor, os europeus preferirem arranjar maneira de confundi-los com os seus próprios carrascos para se furtarem ao dever de acolhê-los. E Hollande já mandou
encerrar as fronteiras. Os assassinos da noite de ontem continuarão a semear a
morte de inocentes mesmo depois de mortos.
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Há 1 hora


1 comentário:
Porém, o que me vem à ideia é o cenário de carnificinas diárias, de Domingo a Domingo, que os mesmos assassinos fazem acontecer lá longe, onde os donos do mundo continuam a brincar às guerras como se o que aconteceu ontem não lhes pudesse rebentar à porta como retaliação. É destas carnificinas diárias que fogem os refugiados que arriscam a vida para fugir à morte e chegam à Europa às centenas de milhar.
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