Era uma vez um Presidente da República
que, em plena crise política, quando era suposto trabalhar para resolvê-la, fez
uma viagem à Madeira para dizer ao país "que quando era Primeiro-ministro
esteve cinco
meses à frente de um Governo de gestão. Se foi uma justificação para uma
viagem inoportuna ou se foi uma ameaça de deixar a decisão da indigitação do próximo
Primeiro-ministro para o seu sucessor, ainda não se sabe, o tempo o dirá. Mas
que alguém lhe podia dizer que também esteve dez anos à frente de um país a
fazer tudo o que um Presidente da República não deve fazer, podia. Podia e
devia, estas declarações são um foco de incerteza e de instabilidade, mais um absurdo inaceitável impróprio do cargo que ocupa. E que nunca mais é Janeiro para que o país possa finalmente dizer adeus à nódoa medonha que foi a primeira figura da Nação durante a sua década mais longa.
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Há 1 hora


3 comentários:
Era uma vez um Presidente da República que, em plena crise política, quando era suposto trabalhar para resolvê-la, fez uma viagem à Madeira para dizer ao país "que quando era Primeiro-ministro esteve cinco meses à frente de um Governo de gestão. Se foi uma justificação para uma viagem inoportuna ou se foi uma ameaça de deixar a decisão da indigitação do próximo Primeiro-ministro para o seu sucessor, ainda não se sabe, o tempo o dirá. Mas que alguém lhe podia dizer que também esteve dez anos à frente de um país a fazer tudo o que um Presidente da República não deve fazer, podia. Podia e devia, estas declarações são um foco de incerteza e de instabilidade, mais um absurdo inaceitável impróprio do cargo que ocupa. E que nunca mais é Janeiro para que o país possa finalmente dizer adeus à nódoa medonha que foi a primeira figura da Nação durante a sua década mais longa.
A "piada" é que tendo estudado todos os cenários e tomado a decisão há muito tempo, anda por aí deixando correr o tempo com a maior das calmas.
Sua excelencia está convencida que deve manter o pais em suspense, só assim encontra para si mesmo auto-justificação. A lógica nunca foi o seu forte o seu forte e por outro lado esta-lhe a ser difícil engolir um sapo grande de mais: teme uma indigestão.
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