segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Da longa série "como não deve ser um Presidente da República" (continuação da continuação anterior)


Era uma vez um Presidente da República que, em plena crise política, quando era suposto trabalhar para resolvê-la, fez uma viagem à Madeira para dizer ao país "que quando era Primeiro-ministro esteve cinco meses à frente de um Governo de gestão. Se foi uma justificação para uma viagem inoportuna ou se foi uma ameaça de deixar a decisão da indigitação do próximo Primeiro-ministro para o seu sucessor, ainda não se sabe, o tempo o dirá. Mas que alguém lhe podia dizer que também esteve dez anos à frente de um país a fazer tudo o que um Presidente da República não deve fazer, podia. Podia e devia, estas declarações são um foco de incerteza e de instabilidade, mais um absurdo inaceitável impróprio do cargo que ocupa. E que nunca mais é Janeiro para que o país possa finalmente dizer adeus à nódoa medonha que foi a primeira figura da Nação durante a sua década mais longa.

3 comentários:

fb disse...

Era uma vez um Presidente da República que, em plena crise política, quando era suposto trabalhar para resolvê-la, fez uma viagem à Madeira para dizer ao país "que quando era Primeiro-ministro esteve cinco meses à frente de um Governo de gestão. Se foi uma justificação para uma viagem inoportuna ou se foi uma ameaça de deixar a decisão da indigitação do próximo Primeiro-ministro para o seu sucessor, ainda não se sabe, o tempo o dirá. Mas que alguém lhe podia dizer que também esteve dez anos à frente de um país a fazer tudo o que um Presidente da República não deve fazer, podia. Podia e devia, estas declarações são um foco de incerteza e de instabilidade, mais um absurdo inaceitável impróprio do cargo que ocupa. E que nunca mais é Janeiro para que o país possa finalmente dizer adeus à nódoa medonha que foi a primeira figura da Nação durante a sua década mais longa.

Anónimo disse...

A "piada" é que tendo estudado todos os cenários e tomado a decisão há muito tempo, anda por aí deixando correr o tempo com a maior das calmas.

fernanda disse...

Sua excelencia está convencida que deve manter o pais em suspense, só assim encontra para si mesmo auto-justificação. A lógica nunca foi o seu forte o seu forte e por outro lado esta-lhe a ser difícil engolir um sapo grande de mais: teme uma indigestão.