Se tivesse sido um cidadão
anónimo a lembrar-se de dizer que a ideia de exterminar os judeus não foi de
Hitler e sim de um palestiniano
que o aconselhou, tratar-se-ia de mais um caso dessa ignorância que tão bem
caracteriza os fanáticos de extrema-direita. Se esse cidadão anónimo fosse
judeu, à comprovada ignorância juntar-se-ia
um fortíssimo indício de atraso mental, só mesmo a um atrasadinho ocorreria branquear o holocausto do seu próprio povo. Quem o afirmou, porém, não foi
nenhum cidadão anónimo, foi um judeu, por sinal um judeu com responsabilidades,
nem mais nem menos do que Benjamin
Netanyahu, o primeiro-ministro de Israel, um estado que adoptou para os
palestinianos uma réplica adaptada do genocídio nazi que vitimou mais de seis
milhões de judeus nos anos 30 e 40 do século passado. Será, portanto, veneração.
Uma veneração assumida, legitimadora do extermínio movido por Israel ao povo que
afinal gerou o conselheiro que o seu Primeiro-ministro foi desencantar à sua própria
imaginação. E uma veneração que, embora prontamente rejeitada, por
exemplo, por Angela Merkel, continuará a ser consentida juntamente com todas
as mentiras e todos os crimes hediondos de um estado germicida. Esta poderia
ter sido a gota de água que faria transbordar um copo há muito demasiado cheio de crimes para ser
tolerado. Nada disso. "Continuem a matar à vossa vontade mas atenção a
esses pequenos deslizes, façam o favor de ter mais cuidado com o que dizem".
E que honra é para nós, portugueses, fazermos parte da grande família NATO que sempre
sustentou material e diplomaticamente todos os excessos do regime do Hitler judeu,
ao qual também prestamos vassalagem. A obediência cega aos "compromissos internacionais"é
sinónimo do tal "sentido de Estado", qualidade enunciada pelo senhor
Presidente da República como imprescindível para assumir responsabilidades
governativas.
ANÁLISE DAS CONTAS DO 3º TRIMESTRE DE 2018 DA CGD: Como foram obtidos os resultados positivos de 369 milhões €? Diminuição de trabalhadores e fecho de agências – por EUGÉNIO ROSA
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A QUEBRA CONTINUADA NO CRÉDITO CONCEDIDO ÀS EMPRESAS E ÀS FAMÍLIAS PELA
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queda...
Há 1 hora


1 comentário:
Se tivesse sido um cidadão anónimo a lembrar-se de dizer que a ideia de exterminar os judeus não foi de Hitler e sim de um palestiniano que o aconselhou, tratar-se-ia de mais um caso dessa ignorância que tão bem caracteriza os fanáticos de extrema-direita. Se esse cidadão anónimo fosse judeu, à comprovada ignorância juntar-se-ia um fortíssimo indício de atraso mental. Quem o afirmou, porém, não foi nenhum cidadão anónimo, foi um judeu, por sinal um judeu com responsabilidades, nem mais nem menos do que Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro de Israel, um estado que adoptou para os palestinianos uma réplica adaptada do genocídio nazi que vitimou mais de seis milhões de judeus nos anos 30 e 40 do século passado. Será, portanto, veneração. Uma veneração assumida, legitimadora do extermínio movido por Israel ao povo que afinal gerou o conselheiro que o seu Primeiro-ministro foi desencantar à sua própria imaginação. E uma veneração que, embora prontamente rejeitada, por exemplo, por Angela Merkel, continuará a ser consentida juntamente com todas as mentiras e todos os crimes hediondos de um estado germicida. Esta poderia ter sido a gota de água que faria transbordar um copo há muito demasiado cheio de crimes para ser tolerado. Nada disso. "Continuem a matar à vossa vontade mas atenção a esses pequenos deslizes, façam o favor de ter mais cuidado com o que dizem". E que honra é para nós, portugueses, fazermos parte da grande família NATO que sempre sustentou material e diplomaticamente todos os excessos do regime do Hitler judeu, ao qual também prestamos vassalagem. A obediência cega aos "compromissos internacionais"são sinónimo do tal "sentido de Estado", qualidade enunciada pelo senhor Presidente da República como imprescindível para assumir responsabilidades governativas.
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