quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Da longa série "como não deve ser um Presidente da República" (continuação da continuação)



Não há nada que seja suficientemente mau que não possa piorar um pouco mais ainda. O lema de vida de Cavaco Silva acaba de nos dar a conhecer um novo patamar de absurdo. Diz o senhor Presidente da República que não vai poder presidir às comemorações do tal dia em que deixámos de ter Rei para termos Presidente da República. Isso mesmo, o cargo que sua majestade ocupa. E que não vai poder fazê-lo porque é Presidente da República, isto é, porque é ele que marca as eleições legislativas, porque as marcou para a véspera e porque sua majestade não está para se aborrecer a falar dos resultados. Já vi desculpas menos esfarrapadas para uma balda do que um evento marcado pelo próprio baldas para o dia anterior à mesma. Dom Baldas já cometeu tantas faltas injustificadas que esta poderia bem ser a gota de água para o despedimento por justa causa que há tanto tempo anda a fazer por merecer. Este gajo já devia estar no olho da rua há séculos. Mas aguardemos serenamente a comunicação ao país da véspera do dia das eleições. A série "como não deve ser um Presidente da República" tem tudo para conhecer mais um superlativo. Não há nada que seja suficientemente mau que não possa piorar um pouco mais ainda.

1 comentário:

fb disse...

Diz o senhor Presidente da República que não vai poder presidir às comemorações do tal dia em que deixámos de ter Rei para termos Presidente da República. Isso mesmo, o cargo que sua majestade ocupa. E que não vai poder fazê-lo porque é Presidente da República, isto é, porque é ele que marca as eleições legislativas, porque as marcou para a véspera e porque sua majestade não está para se aborrecer a falar dos resultados. Já vi desculpas menos esfarrapadas para uma balda do que um evento marcado pelo próprio baldas para o dia anterior à mesma. Dom Baldas já cometeu tantas faltas injustificadas que esta poderia bem ser a gota de água para o despedimento por justa causa que há tanto tempo anda a fazer por merecer. Aguardemos serenamente a comunicação ao país da véspera do dia das eleições. Não há nada que seja suficientemente mau que não possa piorar um pouco mais ainda.