quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Foi você que pediu um Governo de assalto final?


Manuela Ferreira Leite era o diabo de saias da claque rosa. Outros tempos. Foi referida por António Costa na semana passada como ministeriável e aparece agora ao lado de Mário Centeno, um dos ideólogos do trabalho sem direitos do Partido socialista, anunciada como a estrela da apresentação de um livro de outros dois socialistas, Pedro Adão e Silva e Mariana Trigo Pereira. Noutra pista da corrida a S. Bento, Rui Rio, no JN, escreve que só avançará para Belém caso a coligação liderada pelo PSD vença as eleições legislativas, com maioria absoluta, subentende-se. E maioria absoluta é cenário que as sondagens afastam quer para PS quer para a coligação PSD/CDS. Já só não vê quem ande distraído. A campanha está a ser morna, pois está. O debate de soluções políticas tem sido evitado ao máximo. O Governo que sairá das próximas eleições será composto por pelo menos dois dos três partidos que em 2011 assinaram o memorando da concentração de riqueza e da destruição de todas as conquistas sociais dos últimos 40 anos. PSD e PS darão as mãos na noite de 4 de Outubro para acabarem com o que ficou por acabar e para repartirem o que ainda houver para repartir. O assalto final.

1 comentário:

fb disse...

Manuela Ferreira Leite era o diabo de saias da claque rosa. Outros tempos. Foi referida por António Costa na semana passada como ministeriável e aparece agora ao lado de Mário Centeno, um dos ideólogos do trabalho sem direitos do Partido socialista, anunciada como a estrela da apresentação de um livro de outros dois socialistas, Pedro Adão e Silva e Mariana Trigo Pereira. Noutra pista da corrida a S. Bento, Rui Rio, no JN, escreve que só avançará para Belém caso a coligação liderada pelo PSD vença as eleições legislativas, com maioria absoluta, subentende-se. E maioria absoluta é cenário que as sondagens afastam quer para PS quer para a coligação PSD/CDS. Já só não vê quem ande distraído. O Governo que sairá das próximas eleições será composto por pelo menos dois dos três partidos que em 2011 assinaram o memorando da concentração de riqueza e da destruição de todas as conquistas sociais dos últimos 40 anos. PSD e PS darão as mãos na noite de 4 de Outubro para acabarem com o que ficou por acabar e para repartirem o que ainda há para repartir.