quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Um ensaio à moda antiga


Parece que por estes dias um Secretário de Estado português, o colaboracionista germanófilo Maçães, levou um ensaio no twiter. Não deixa de ser relevante que quem lhe deu a coça tenha sido um inglês. A oposição que o é, oposição, ou anda entretida dentro dos casulos respectivos, ou a comunicação social cá do protectorado é que anda tão absorvida com as trocas de acusaçõezinhas entre as claques do centrão que lhes nega espaço nas notícias. Ou ambas. Resultado: o inglês acabou por resumir ao alemãozinho o que em princípio seria função dessa oposição ir repetindo com a mesma acutilância para que os portugueses percebam de uma vez por todas o que lhes estão a fazer. Segue abaixo esse resumo. Claro como água. Façam-se o favor de o ler com toda a atenção.

"A economia portuguesa está a beneficiar de fatores externos positivos. Finalmente conseguiu travar o pânico do verão de 2012. Além disso, as políticas de quantitative easing do BCE têm feito baixar os custos dos empréstimos portugueses para mínimos históricos. A descida do preço do petróleo e um euro mais fraco também têm ajudado. Internamente, a extrema austeridade de 2011-12 foi aliviada: o aperto fiscal é muito menor neste ano. Como resultado a economia está a crescer outra vez, lentamente. Mas Portugal ainda está num buraco fundo. A economia está ainda 7,5% mais pequena do que no seu pico no início de 2008 - na verdade está mais pequena do que em 2002 - e ao nível atual de crescimento de 1,5% não vai voltar aos níveis de 2008 antes de 2020: mais de uma década perdida. As dívidas globais - das famílias e das empresas - são insuportavelmente grandes. Os bancos ainda estão numa confusão, com o escândalo do BES à cabeça. Os salários caíram. A pobreza aumentou. O desemprego continua altíssimo. Muitos portugueses emigraram. Ajustando para a população ativa que não tem trabalho e o subemprego, o FMI calcula uma redução do mercado de trabalho de 20%. O FMI também diz que as reformas portuguesas foram inadequadas e que ainda têm de produzir benefícios. Portugal é um país europeu relativamente pobre. Devia estar a aproximar-se dos mais ricos através de mais investimento e aumentando a produtividade. Em vez disso, está a posicionar-se para ser ultrapassado pela Polónia e outros. É trágico." (Clicar para ler na íntegra)

1 comentário:

fb disse...

Um Secretário de Estado português, o colaboracionista germanófilo Maçães, levou um ensaio no twiter. Não deixa de ser relevante que quem lhe deu a coça tenha sido um inglês. A oposição que o é, oposição, ou anda entretida dentro dos casulos respectivos, ou a comunicação social cá do protectorado é que anda tão absorvida com as trocas de acusaçõezinhas entre as claques do centrão que lhes nega espaço nas notícias. Ou ambas. Resultado: o inglês acabou por resumir ao alemãozinho o que em princípio seria função dessa oposição ir repetindo com a mesma acutilância para que os portugueses percebam de uma vez por todas o que lhes estão a fazer. Segue abaixo esse resumo. Claro como água. Façam-se o favor de o ler com toda a atenção.