“Cada
Um Não Pode Fazer Aquilo Que Muito Bem Entende Porque Ao Fazê-Lo Vai Prejudicar
Os Outros". A frase é do tal que fez o que muito bem entendeu quando
adquiriu a sua casa de férias na Quinta da Coelha para não pagar o imposto que
lhe cabia pagar, alguém que o pagasse, o tal que comeu à mesa com os amigos do
banquete BPN como bem entendeu, voltámos a ser nós a pagá-lo, e que ainda no
Verão passado andou a fazer publicidade como bem entendeu ao derradeiro festim dos
Espírito Santo, pagámo-lo nós outra vez, prejudicando um número indeterminado
de pequenos aforradores que confiaram na sua palavra e enterraram as poupanças
de uma vida comprando o lixo recomendado pelo tal Cavaco. Sim, o próprio.
Também anda com pesadelos gregos. Interrompeu as férias para se queixar. Ensaia
o papel de credor alemão lembrando 1100 milhões que os contribuintes portugueses
emprestaram aos gregos, esquece as mais de seis vezes esse valor que nos devem os
seus amigos do BPN e das mais de quatro que nos ficaram a dever os seus amigos Espírito
Santo para, montado naqueles 1100 e a fazer figas para que seja como diz,
expressar toda a sua esperança que os gregos voltem a ser bons alunos da
Europa que tem o seu país a saque mas que, patriotismos à parte, vai garantindo
um enriquecimento nunca visto da oligarquia à qual deve tudo o que conseguiu na
vida. É natural que não ande a dormir nada bem. Se os gregos conseguirem demonstrar
que a Alemanha não pode continuar a fazer aquilo que bem entende porque ao fazê-lo
prejudica países como Portugal, a quadrilha que chefia vai ter que explicar muito
bem explicadinhos os anos em que andaram a ganhar comissões a vender o país ao preço
da chuva, a roubar salários e pensões, a desmantelar serviços públicos e a flexibilizar
relações laborais em nome de uma dívida pública que havia que reduzir mas que aumentou
como nunca. A casta treme. Faltava ver como também se treme em Belém.
Superavit
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[image: thinkstockphotos-492595743.jpg]
Há muito que se conhece a frieza dos credores que jogam no casino das
dívidas dos países, como também se percebeu...
Há 1 hora


3 comentários:
Se os gregos conseguirem demonstrar que a Alemanha não pode continuar a fazer aquilo que bem entende porque ao fazê-lo prejudica países como Portugal, a quadrilha que chefia vai ter que explicar muito bem explicadinhos os anos em que andaram a ganhar comissões a vender o país ao preço da chuva, a roubar salários e pensões, a desmantelar serviços públicos e a flexibilizar relações laborais em nome de uma dívida pública que havia que reduzir mas que aumentou como nunca. A casta treme. Faltava ver como também se treme em Belém.
Linde! Quem são os outros? Desta nunca mais me esqueço.
É difícil dizer certas verdades e por isso muita gente se cala. Contudo, o mundo só avança com os honestos e destemidos. Muita gente vê a realidade espelhada neste artigo, mas, talvez por respeito à instituição, não o diz tão claramente. Está na hora de dizer que o rei vai nu, porque, se não, pode ser tarde demais.
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