Marinho e Pinto diz que a sua ligação
à Ordem dos advogados faz parte da sua vida privada para não dizer se recebeu ou
não um subsídio
de reintegração de 54 mil euros. Isto lembra o Pedro dos aeródromos que jura
pela mãezinha que colaborava graciosamente com a Tecnoforma para se recusar a fazer o
strip que exige aos beneficiários do Rendimento Social de Inserção, mas seja,
vamos engolir a justificação “vida privada”. Fica assim: ele, Marinho e Pinto, viveu
em união de facto heterossexual com ela, a ordem dos advogados, obrigou-a a pagar-lhe,
ela a ele, um salário de vários milhares de euros mensais durante a relação e, quando
tudo terminou, após anos a fio a abusar da pobre rapariga de todas as formas
possíveis e imaginárias, ainda a obrigou a pagar-lhe para sair de casa uma quantia que também tomou a liberdade de fixar para si próprio. Isto só
tem um nome: violência doméstica. Numa próxima, quando tiver oportunidade, hei-de tentar reparar se Marinho Pinto usa sapatos normais, à António, ou daqueles bicudinhos, mesmo à Chúlio. A condizer.
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
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