Bank em inglês quer dizer Tribunal Constitucional. No vídeo junto podemos ver como os mercados (trouble em inglês) estão novamente assustados com o eventual chumbo do bank à CES dos reformados e ao aumento dos descontos para a ADSE aos funcionários públicos. São necessárias mais "reformas estruturais" tais como cortes salariais, flexibilização da legislação laboral, aumento da jornada de trabalho sem qualquer incremento remuneratório e, por que não, a supressão de mais quatro ou cinco feriados (aspiritu santáu em inglês). A privatização da Saúde, da Educação e do próprio Tribunal Constitucional, dizem-no os analistas, são também essenciais (raising fears) para recuperar a confiança dos mercados (it looks like in Greece in 2011).
Ainda mais vagamente:
Vinte
anos depois de ter entrado no grupo BES, o ex-ministro da Economia de José
Sócrates, Manuel Pinho, de 60 anos, está a negociar com Ricardo Salgado a sua
reforma antecipada. Em paralelo com a actividade de docente, Manuel Pinho
exerce actualmente as funções de vice-presidente da holding BES África,
auferindo mensalmente cerca de 50 mil euros, o que abriu espaço a que possa
reclamar cerca de 3,5 milhões de euros de compensações até à idade da reforma
(65 anos).
E nada a ver com: A agência de rating Moody's anunciou esta
sexta-feira que baixou o rating que atribui ao BES de Ba3 para B3, ou seja, do
terceiro para o sexto nível do grau especulativo, o chamado "lixo",
uma acção que se segue a uma decisão semelhante da agência canadiana DBRS em
relação ao Espírito Santo Financial Group (ESFG), de BBB- para B, cinco
níveis de uma só vez. Na Quarta-feira, a Moody's já tinha procedido a uma
redução do rating atribuído ao ESFG de B2 para Caa2. A agência cortou também o
"rating" da solidez financeira intrínseca (BFSR) para ‘E’
(equivalente a um ‘ca’ no perfil de crédito individual do banco [Baseline
Credit Assessment], que é o penúltimo
grau desta escala, significando que a sua solidez financeira é altamente
especulativa).

