A Federação Nacional dos
Professores (Fenprof), da CGTP (a UGT, como sempre, de fora de qualquer conflito com o poder),
entregou nesta
segunda-feira uma queixa-crime no Ministério Público por entender que
existem “indícios de prática dos crimes de peculato, de participação económica
em negócio e de abuso de poder” em vários colégios privados do país. A Fenprof
sustenta que existem cinco novos casos de colégios em situação de
irregularidade e exige que seja investigada a alegada utilização abusiva de
dinheiros públicos no financiamento destes estabelecimentos de ensino, no âmbito
dos contratos de associação do Estado com escolas privadas. O secretário-geral
da Fenprof, Mário Nogueira, considera que nos últimos anos tem havido
"interesses poderosos que têm obstaculizado" as investigações. Mário
Nogueira garante que existem mais cinco novos casos de irregularidades em
colégios privados no Porto, Beira Interior e Lisboa e que tem directores de
escolas como testemunhas.
O caluniador
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Esta noite, após ter visto a sua equipa perder contra um modesto
onze açoriano no estádio da Luz com quatro golos sofridos, algo que não
acontecia desde ...
Há 26 minutos
