terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Afinal, não era nada para nós


Se bem percebo, as contrapartidas dos celebérrimos submarinos que todos pagámos serão quatro parques eólicos a construir brevemente para a Galp e para a Martifer, com lucros a repartir também por BPI, ING e Santander na proporção dos juros a pagar pelos 220 milhões que os três bancos emprestarão para financiar o investimento. Questão óbvia: e o que é que o Estado, isto é, todos nós, ganhará com esta coisa a que chamam "contrapartidas"? Eles respondem com os impostos gerados pelos empregos que os senhores farão o favor de criar para a seguir ganharem uma outra vez vendendo-nos a energia mais cara da Europa, que também subsidiamos através de um mecanismo de preço garantido mais elevado por ser "verde". Ele há grandes negócios.

2 comentários:

fb disse...

Se bem percebo, as contrapartidas dos celebérrimos submarinos que todos pagámos serão quatro parques eólicos a construir brevemente para a Galp e para a Martifer, com lucros a repartir também por BPI, ING e Santander na proporção dos juros a pagar pelos 220 milhões que os três bancos emprestarão para financiar o investimento. Questão óbvia: e o que é que o Estado, isto é, todos nós, ganhará com esta coisa a que chamam "contrapartidas"? Eles respondem com os empregos que os senhores farão o favor de criar para a seguir ganharem uma outra vez vendendo-nos a energia mais cara da Europa, que também subsidiamos por ser verde. Ele há grandes negócios.

Manuel Salgado Alves disse...

Onde entra o ministro da defesa e os estaleiros de Viana do Csstelo?