domingo, 26 de outubro de 2014

A ler



Uma análise aos últimos oito meses de vida do Grupo Espírito Santo revela que o banco era na prática o gestor de tesouraria da Portugal Telecom. O colapso do GES não poderia, por isso, deixar ilesa a PT. E um banqueiro caiu em desgraça. Esta é a segunda parte da história do fim de um império que hoje se lê nas páginas do Público. Para quem não leu, a primeira parte pode ser lida aqui.



1 comentário:

fb disse...

Uma análise aos últimos oito meses de vida do Grupo Espírito Santo revela que o banco era na prática o gestor de tesouraria da Portugal Telecom. O colapso do GES não poderia, por isso, deixar ilesa a PT. E um banqueiro caiu em desgraça. Esta é a segunda parte da história do fim de um império que hoje se lê nas páginas do Público. Para quem não leu, a primeira parte pode ser lida aqui.