quinta-feira, 5 de junho de 2014

Estes monetaristas passam-se


Reduzir salários e obrigar a cortes no investimento público em nome de um equilíbrio orçamental que alegadamente dá confiança aos mercados, provocar uma quebra na procura que rebenta com qualquer perspectiva de crescimento económico sustentado e duradouro, ver o fantasma da deflação que tudo destrói à sua passagem a surgir no horizonte europeu e auto-convencerem-se que com uma redução de apenas 0,1% ma taxa de juro de referência do Banco Central Europeu e fixando uma taxa negativa para os depósitos que os bancos colocam na instituição o problema fica resolvido. Ou encontram rapidamente um especialista que convença o fantasma a ir-se embora, ou esta história é capaz de também não terminar nada bem.

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