segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Da longa série "empreendedorismo de Estado" (lado magro/carne do lombo)



A Federação Nacional dos Professores (Fenprof), da CGTP (a UGT, como  sempre, de fora de qualquer conflito com o poder), entregou nesta segunda-feira uma queixa-crime no Ministério Público por entender que existem “indícios de prática dos crimes de peculato, de participação económica em negócio e de abuso de poder” em vários colégios privados do país. A Fenprof sustenta que existem cinco novos casos de colégios em situação de irregularidade e exige que seja investigada a alegada utilização abusiva de dinheiros públicos no financiamento destes estabelecimentos de ensino, no âmbito dos contratos de associação do Estado com escolas privadas. O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, considera que nos últimos anos tem havido "interesses poderosos que têm obstaculizado" as investigações. Mário Nogueira garante que existem mais cinco novos casos de irregularidades em colégios privados no Porto, Beira Interior e Lisboa e que tem directores de escolas como testemunhas.

1 comentário:

fb disse...




A Federação Nacional dos Professores (Fenprof), da CGTP (a UGT sempre de fora de qualquer conflito com o poder), entregou nesta segunda-feira uma queixa-crime no Ministério Público por entender que existem “indícios de prática dos crimes de peculato, de participação económica em negócio e de abuso de poder” em vários colégios privados do país. A Fenprof sustenta que existem cinco novos casos de colégios em situação de irregularidade e exige que seja investigada a alegada utilização abusiva de dinheiros públicos no financiamento destes estabelecimentos de ensino, no âmbito dos contratos de associação do Estado com escolas privadas. O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, considera que nos últimos anos tem havido "interesses poderosos que têm obstaculizado" as investigações. Mário Nogueira garante que existem mais cinco novos casos de irregularidades em colégios privados no Porto, Beira Interior e Lisboa e que tem directores de escolas como testemunhas.