O resistente, o guerreiro, o libertador, o
conciliador, o estadista, o democrata, uma alma enorme, uma força incrível, uma
referência em tudo o que fez em vida. Todos os adjectivos que aqui lhe
dispensasse seriam poucos para dele me despedir. Talvez seja um bocado tonto, pouco
importa. Apenas acrescentarei que será do seu exemplo de abnegação que sempre me
lembrarei quando ouvir falar em Prémio Nobel da Paz. Nelson
Mandela é insubstituível. Deixou-nos hoje. Até sempre, Madiba.
O caluniador
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Esta noite, após ter visto a sua equipa perder contra um modesto
onze açoriano no estádio da Luz com quatro golos sofridos, algo que não
acontecia desde ...
Há 36 minutos
