domingo, 20 de outubro de 2013

O absurdo que se segue


No México, ladeado por Passos  Coelho e Rui Machete, o Presidente da República, Cavaco Silva, afirmou na noite de sábado que só decidirá sobre um eventual pedido de fiscalização preventiva da constitucionalidade do Orçamento do Estado depois de avaliar os custos de possíveis chumbos de algumas das suas normas pelo Tribunal Constitucional. Tem sido assim nos últimos anos, explicou o chefe de Estado, e este também não será excepção. Pois tem, tem sido assim. Cavaco desta vez não mentiu.  Tem sido assim e tem dado sempre asneira. Uma breve compilação da série de absurdos presidenciais pode ser lida aqui. O OE 2014 é tão bom ou tão mau que o país só teria a ganhar se funcionasse em duodécimos durante o ano inteiro.

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