sábado, 14 de setembro de 2013

Onde andará o Ministério Público?


A Direcção-Geral dos Arquivos entende que os papéis de trabalho  que estavam associados a auditorias realizadas às contas e aos derivados subscritos por quatro empresas públicas e que a Inspecção-Geral de Finanças (IGF) destruiu ao fim de três anos deveriam ter sido conservados por 20 anos, três anos de fase activa e outros 17 de fase semi-activa", em arquivos intermédios, como prevê a portaria que regulamenta a gestão documental neste organismo. A entidade que supervisiona os arquivos do Estado também não foi notificada da eliminação dos documentos, apesar de se tratar de um procedimento que considera "obrigatório". Nada de novo, portanto. O inquérito criminal ao sucedido e o julgamento do crime de destruição de provas de outros crimes que custaram a todos os portugueses vários milhares de milhões de euros continua em falta. O Ministério Público insiste em não dar sinais de vida. Devem ser as férias judiciais.

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