terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Brincadeiras


O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, não testemunhou ontem no processo do Taguspark porque apresentou um requerimento ao colectivo de juízes a solicitar o adiamento do seu testemunho porque estaria em Moçambique. No entanto, não pediu para se ausentar nem comunicou que iria estar fora do país à juíza de Oeiras que tem em mãos o processo em que foi condenado a dois anos de prisão efectiva por fraude fiscal e branqueamento de capitais, apurou o i. É pelo menos a segunda vez que Isaltino se ausenta do país. No passado mês de Dezembro, viajou para o Gabão, um país sem acordo de extradição com Portugal.

  • Vagamente relacionado: na passada sexta-feira, a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, chamou ao Palácio Palmela, em Lisboa, três procuradores do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), incluindo a directora Cândida Almeida, para os informar que iria abrir um inquérito disciplinar aos três magistrados por causa de uma fuga de informação. À margem do encontro informou Cândida Almeida que não a iria reconduzir na comissão de serviço como directora do DCIAP, o departamento do Ministério Público especializado na investigação da criminalidade violenta, altamente organizada ou de especial complexidade.

1 comentário:

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O presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, não testemunhou ontem no processo do Taguspark porque apresentou um requerimento ao colectivo de juízes a solicitar o adiamento do seu testemunho porque estaria em Moçambique. No entanto, não pediu para se ausentar nem comunicou que iria estar fora do país à juíza de Oeiras que tem em mãos o processo em que foi condenado a dois anos de prisão efectiva por fraude fiscal e branqueamento de capitais, apurou o i. É pelo menos a segunda vez que Isaltino se ausenta do país. No passado mês de Dezembro, viajou para o Gabão, um país sem acordo de extradição com Portugal.