Poderia ser mais uma reforma do actual
Governo, desta feita um neologismo criado para aumentar a produtividade do país
através da aglutinação das palavras "visto" e "ouvido": "ouvisto"
pouparia horas de conversação a todos aqueles que tivessem visto e ouvido e quisessem
dizê-lo numa palavra só. Mas não. Disse "visto", não diria "ouvisto", ou estaria a repetir o que já tinha dito um segundo antes. É só o Relvas a mostrar que nem falar sabe. Aliás,
eu já deveria saber que aquilo a que esta gente chama de produtividade apenas se
aumenta roubando nos salários e nos direitos. Os "ouvistos" não sabem
o que é produtividade e chamam produtividade à exploração. São assim, são assim. Quem sai aos seus não é de Genebra.
Despacho Normativo n.º 24-A/2012 – Artigo 15º (E Já Agora o 16º)
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Aguardam-se as devidas interpretações jurídicas para os nºs 3 e 4 (o
diploma está aqui), em especial das expressões “motivo imprevisto” e
“presumivelmente ...
Há 18 minutos

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