quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

A garotada outra vez a brincar aos Governos


O Governo argumentou com a segurança no trabalho que entretanto tornou quase inexistente no privado para ir ao bolso dos funcionários públicos, primeiro, congelando-lhes as carreiras desmanteladas pelo Governo anterior, depois, reduzindo-lhes os salários superiores a 1500 euros entre 5 e 10% e, finalmente, roubando-lhes dois dos catorze salários anuais. O mesmo Governo acaba de admitir que a sua "reforma" do Estado poderá levar a uma redução do número de efectivos além daquilo que o Governo acordou com a troika. O que era o mais seguro passou a ser o mais inseguro. E não me refiro apenas a trabalhar no Estado. Tudo. Este Governo de troca-tintas diz estar a restabelecer a confiança e tão facilmente faz do é o não é, do não é o é  e dá o dito pelo não dito com a maior das naturalidades. Estamos nas mãos de garotos. Transformaram Portugal numa incógnita negra que muda todos os dias e irão por aí adiante se entretanto os portugueses não se unirem para devolverem esta quadrilha à procedência. É despedi-los antes que eles não deixem ninguém por despedir. Rua. Isto já foi longe demais.

1 comentário:

fb disse...

O Governo argumentou com a segurança no trabalho que entretanto tornou quase inexistente no privado para ir ao bolso dos funcionários públicos, primeiro, congelando-lhes as carreiras desmanteladas pelo Governo anterior, depois, reduzindo-lhes os salários superiores a 1500 euros entre 5 e 10% e, finalmente, roubando-lhes dois dos catorze salários anuais. O mesmo Governo acaba de admitir que a sua "reforma" do Estado poderá levar a uma redução do número de efectivos além daquilo que o Governo acordou com a troika. O que era o mais seguro passou a ser o mais inseguro. E não me refiro apenas a trabalhar no Estado. Tudo. Este Governo de troca-tintas diz estar a restabelecer a confiança e tão facilmente faz do é o não é, do não é o é e dá o dito pelo não dito com a maior das naturalidades. Estamos nas mãos de garotos. Transformaram Portugal numa incógnita negra que muda todos os dias e irão por aí adiante se entretanto os portugueses não se unirem para devolverem esta quadrilha à procedência. É despedi-los antes que eles não deixem ninguém por despedir. Rua. Isto já foi longe demais.