Um relatório do Tribunal de
Contas diz que “não existe evidência de que as despesas de funcionamento dos
gabinetes dos membros do Governo tenham diminuído”. No estudo aos gastos dos
gabinetes ministeriais, o Tribunal de Contas convida ainda o Governo a praticar
maior transparência no que respeita aos orçamentos dos gabinetes de ministros e
secretário de Estado, nomeadamente fazer coisas tão simples como a publicitação das dotações orçamentais respectivas
e dos critérios de atribuição de regalias como o cartão de crédito, uso de
viatura e despesas de telefone. “A inexistência de um tecto máximo para a
despesa dos gabinetes e a manutenção da sua opacidade revelam que persistem
anomalias, situação que deve ser ultrapassada em nome do rigor e da
transparência orçamental”, diz o estudo agora
conhecido. Entre as falhas detectadas na auditoria do tribunal
destacam-se ainda as diferenças
que ainda se verificam em questões de recrutamento de pessoal. O tribunal
dá como exemplo o facto de as contratações de técnicos especialistas e pessoal
de apoio técnico-administrativo e auxiliar não serem “uniformes”, com regras
diferentes para recrutamentos para o gabinete do primeiro-ministro ou gabinetes
de outros membros do Governo.

1 comentário:
Um relatório do Tribunal de Contas diz que “não existe evidência de que as despesas de funcionamento dos gabinetes dos membros do Governo tenham diminuído”. No estudo aos gastos dos gabinetes ministeriais, o Tribunal de Contas convida ainda o Governo a praticar maior transparência no que respeita aos orçamentos dos gabinetes de ministros e secretário de Estado, nomeadamente coisas tão simples como a publicitação das dotações orçamentais respectivas e dos critérios de atribuição de regalias como o cartão de crédito, uso de viatura e despesas de telefone. “A inexistência de um tecto máximo para a despesa dos gabinetes e a manutenção da sua opacidade revelam que persistem anomalias, situação que deve ser ultrapassada em nome do rigor e da transparência orçamental”, diz o estudo agora conhecido.
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