sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Gorduras e magrezas (continuação)


O custo médio por aluno nas escolas públicas estava, em 2009/2010, nos 4415 euros. Nos colégios com contratos de associação situava-se nos 4522 euros. Os cálculos foram efectuados pelo Tribunal de Contas (TC) e os valores divulgados na quinta-feira. A utilidade do cálculo, como reconhece o próprio tribunal, é praticamente nula, uma vez que, desde então, o modelo de financiamento de ambas foi alterado, sem dizer como e a favor de quem. Mas dizemo-lo nós: reduzindo-se inicialmente o financiamento de ambos (Sócrates) para depois (Pedro Passos Coelho) aumentar o valor do financiamento por turma em cerca de 5 mil euros aos colégios com contrato de associação relativamente ao valor que atribuiu às escolas do público, onde também decidiu encerrar centenas de escolas e aumentar drasticamente o número de alunos por turma, o que, por fazer diminuir o custo por aluno , torna ainda maior o fosso entre público e privado rlatado pelo TC e ainda mais absurdo o financiamento dos colégios com contratos de associação. Ler aqui sobre as alterações que aconteceram  no tempo de Isabel Alçada e aqui no tempo de Nuno Crato.

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O custo médio por aluno nas escolas públicas estava, em 2009/2010, nos 4415 euros. Nos colégios com contratos de associação situava-se nos 4522 euros. Os cálculos foram efectuados pelo Tribunal de Contas (TC) e os valores divulgados na quinta-feira, mas a utilidade, como reconhece o próprio tribunal, é praticamente nula, uma vez que, desde então, o modelo de financiamento de ambas foi alterado, sem dizer como. Mas dizemo-lo nós: reduzindo inicialmente o financiamento de ambos para depois aumentar o valor do financiamento por turma em cerca de 5 mil euros aos colégios com contrato de associação relativamente ao valor que atribui no público, onde decidiu encerrar centenas de escolas e aumentar drasticamente o número de alunos por turma, o que, por fazer diminuir o custo por aluno , torna ainda maior o fosso entre público e privado rlatado pelo TC e ainda mais absurdo o financiamento dos colégios com contratos de associação. Ler aqui sobre as alterações que aconteceram no tempo de Isabel Alçada e aqui no tempo de Nuno Crato.