quarta-feira, 31 de outubro de 2012

BPN 2, no lado magro do Estado

Depois  do prejuízo de 786 milhões registado no ano passado, o BCP tem perdas projectadas para este ano de quase mil milhões de euros. No último ano, o Estado português já injectou 3 mil milhões nesta reedição do BPN. É aqui, e não no Estado social,  que o Estado é gordo, cada vez mais gordo e com gosto de o ser. E basta olhar para os nomes dos mais ilustres credores do banco para perceber por que razão os três partidos do tal “arco da governabilidade” dos nossos comentadores políticos dão tratamento de magro a este lado obscuro da interpretação livre que fazem do conceito de interesse público. São todos nomes de figuras e empresas do regime aos quais, diante dos olhos dessa sumidade chamada Vítor Constâncio,  as sucessivas administrações do banco foram dando aquele jeitinho para que não lhes faltasse crédito barato e abundante. Sabem como é, há que redefinir as funções sociais do Estado. Para pagar a delinquência deles.

1 comentário:

Facebook share disse...

Depois do prejuízo de 786 milhões registado no ano passado, o BCP tem perdas projectadas para este ano de quase mil milhões de euros. No último ano, o Estado português já injectou 3 mil milhões nesta reedição do BPN. É aqui, e não no Estado social, que o Estado é gordo, cada vez mais gordo e com gosto de o ser. E basta olhar para os nomes dos mais ilustres credores do banco para perceber por que razão os três partidos do tal “arco da governabilidade” dos nossos comentadores políticos dão tratamento de magro a este lado obscuro da interpretação livre que fazem do conceito de interesse público. São todos nomes de figuras e empresas do regime aos quais, diante dos olhos dessa sumidade chamada Vítor Constâncio, as sucessivas administrações do banco foram dando aquele jeitinho para que não lhes faltasse crédito barato e abundante. Sabem como é, há que redefinir as funções sociais do Estado. Para pagar a delinquência deles.