domingo, 15 de julho de 2012

Islândia, um país cheio de sorte

Há notícias que, não fossem a ponta do grande iceberg da desinformação que tem os europeus manietados às ordens do roubo organizado, dariam vontade de rir. Um bom exemplo encontrei-o por casualidade há um par de dias. A pérola tem dois semanas e noticia que o FMI prevê que, com um crescimento acumulado de 16,4% durante os anos do intervalo, a Islândia será o país que mais crescerá até 2017. Extraordinário, realmente, mas, até aqui, nada de risos.

O que me fez escancarar o sorriso e, logo a seguir, murmurar uma expressão irritada sobre a mãe de quem nem sequer conheço foi este parágrafo:  a pequena ilha a noroeste da Europa é, sem dúvida, a campeã de crescimento e poderá recuperar a riqueza que tinha antes da crise até 2015. Mas para a Islândia a crise também chegou antes, por isso, recuperar mais cedo quase que era uma condição necessária.” Claro! Nada a ver, portanto, com terem mandado o FMI passear, retirado o poder a quem queria fazer dos seus futuros o que estão a fazer com os nossos e prendido os banqueiros responsáveis pelo saque que também, como fizeram connosco,  queriam pô-los a pagar. A Islândia, como se lê na notícia, não foi excepção em nada. Tiveram a sorte da crise ter decidido bater-lhes à porta primeiro. E é tudo. O papel não dava para escrever mais nada. Estamos em crise, temos tudo muito contadinho. Muito bem contadinho, mesmo.

1 comentário:

FB Request disse...

Há notícias que, não fossem a ponta do grande iceberg da desinformação que tem os europeus manietados às ordens do roubo organizado, dariam vontade de rir. Um bom exemplo encontrei-o por casualidade há um par de dias. A pérola tem dois semanas e noticia que o FMI prevê que, com um crescimento acumulado de 16,4% durante os anos do intervalo, a Islândia será o país que mais crescerá até 2017. Extraordinário, realmente, mas, até aqui, nada de risos.