quinta-feira, 31 de maio de 2012

Voluntariado à força

Em vez de a escola preparar planos individuais de trabalho para os estudantes que têm demasiadas faltas, o Ministério da Educação e Ciência defende que essas crianças e jovens façam trabalho a favor da comunidade, entre outras iniciativas, anunciou Nuno Crato, o ministro que tutela a Educação, no final do Conselho de Ministros desta quinta-feira, depois da aprovação do novo Estatuto do Aluno. Aqui está uma medida acertada para quem defenda um modelo de escola-prisão que promova o trabalho infantil e juvenil gratuitos. Nuno Crato encontrou no sucesso da experiência-piloto que decorreu no mega-agrupamento de escolas Auschwitz-Birkenau a fórmula perfeita para pôr Os alunos faltosos de todo o país a ocuparem os postos de trabalho onde os seus pais poderiam ganhar o sustento de toda a família. Acabou-se a festa. Julgavam que continuavam a ir para a escola aprender e brincar? Vão mas é trabalhar.

3 comentários:

FB Request disse...

Em vez de a escola preparar planos individuais de trabalho para os estudantes que têm demasiadas faltas, o Ministério da Educação e Ciência defende que essas crianças e jovens façam trabalho a favor da comunidade, entre outras iniciativas, anunciou Nuno Crato, o ministro que tutela a Educação, no final do Conselho de Ministros desta quinta-feira, depois da aprovação do novo Estatuto do Aluno. Aqui está uma medida acertada para quem defenda um modelo de escola-prisão que promova o trabalho infantil e juvenil gratuitos. Nuno Crato encontrou a fórmula perfeita para pôr Os alunos faltosos de todo o país a ocuparem os postos de trabalho onde os seus pais poderiam ganhar o sustento de toda a família. Acabou-se a festa. Julgavam que continuavam a ir para a escola aprender e brincar? Vão mas é trabalhar.

Anónimo disse...

Sinceramente, não vejo qualquer problema. Se esse trabalho comunitário for aplicado onde lhes vai doer mais (férias) não vejo porque não, e julgo até ser desse tipo de castigo que estaremos a falar! Senão, fora do horário escolar, como julgo que também será a hipótese! Duvido muito que irão substituir as aulas por trabalho comunitário! No meu tempo faltava e, quando regressava, ou apanhava a matéria por apontamentos de colegas, ou então estudava mais! E julgo que é isso que tem de se continuar a fazer. Não haviam cá aulas de substituição nem compensação e o que acontece é que 80% das pessoas que foram crescendo, na minha geração, hoje são licenciados e trabalham na área em que se formaram, dos 20% restantes, cerca de metade deixou os estudos por opção própria, por não querer mais estudar e preferir ingressar no mercado laboral! Se os pais desses meninos faltosos, dos dias de hoje, deveriam também ser responsabilizados pelas faltas que os alunos dão e lhes ser retirado, também, onde mais lhes dói, CLARO!!! Há que responsabilizar que efectivamente tem responsabilidade! Na escola, transmitem-se conhecimentos... a Educação (ou falta dela) vem de casa e, em 95% dos casos de meninos mal comportados, faltosos, etc, os exemplos vão buscá-los aos pais! Mais gravoso ainda é quando ainda há professores que se preocupam em "mudar o mundo e as mentalidades" e enviam recados para os pais desses mesmos alunos, e os pais ainda vão exigir explicações aos professores!!! Enfim... A escória, é tratá-la como tal e não a incentivar a continuar a ser escória, a alimentá-los com o meu dinheiro! Àqueles que apesar de serem "excluídos socialmente" ainda lutam pela vida, ainda se esforçam e ainda conseguem algo, esses sim, ajudem-nos, paguem-lhes o lanche e o almoço e os estudos!!!

Em jeito de conclusão: Os alunos, em 90% dos casos, faltam porque querem, porque não gostam de estar ali, porque não gostam da escola, e não por motivos de saúde ou coisas justificáveis para as suas ausências! Se a escolaridade é obrigatória, há que penalizá-los pelo não cumprimento das suas obrigações!

Anónimo disse...

Acho muito bem. Se os alunos não querem aproveitar para investir neles próprios estudando e preferem cuspir no prato da educação que lhes é oferecida, e bem, investindo o dinheiro de todos nós contribuintes, então que trabalhem para a comunidade, compensando assim o desperdício que fazem.