quinta-feira, 19 de abril de 2012

Rua com eles

José Conde Rodrigues e Paulo Saragoça da Matta, indicados pelo PS e pelo PSD, respectivamente, para ocuparem as funções de juízes do Tribunal Constitucional (TC) pertencem ao Grande Oriente Lusitano, a corrente maçónica mais influente em Portugal, lê-se no Público. Aqui está mais uma evidência de como o poder caiu nas mãos de quem descobriu como exercê-lo à revelia da Constituição da República Portuguesa, um documento pelo qual vão demonstrando o mais profundo desprezo, apesar de ser dele que emana o poder supostamente democrático que ostentam com opulência e que, porque sistematicamente ultrapassam as delimitações desse poder que estão consagradas na CRP, utilizam para oprimir o seu povo. O guardião da CRP, o Presidente da República, como toda a gente vê, é o maior aliado de todos os seus abusos. Eles limitam-se a abusar reiteradamente, incluindo na sua usurpação de poder a instrumentalização do órgão que constitucionalmente teria o poder de anular os abusos de tanta loucura furiosa concentrada. As apreciações do Tribunal Constitucional deixaram de ser jurídicas e passaram a ser políticas. A máfia manda confortavelmente, com toda a liberdade. Tornou a Constituição da República Portuguesa num livro antigo ao qual não há que fazer caso. E não há aqui nem melhores, nem piores. Esse é o campeonato que os perpetua no poder. Há bandidos perigosos. Qualquer poder exercido à margem da CRP é um poder ilegítimo. Rua com eles.

1 comentário:

FB request disse...

José Conde Rodrigues e Paulo Saragoça da Matta, indicados pelo PS e pelo PSD, respectivamente, para ocuparem as funções de juízes do Tribunal Constitucional (TC) pertencem ao Grande Oriente Lusitano, a corrente maçónica mais influente em Portugal, lê-se no Público. Aqui está mais uma evidência de como o poder caiu nas mãos de quem descobriu como exercê-lo à revelia da Constituição da República Portuguesa, um documento pelo qual vão demonstrando o mais profundo desprezo, apesar de ser dele que emana o poder supostamente democrático que ostentam com opulência e que, porque sistematicamente ultrapassam as delimitações desse poder que estão consagradas na CRP, utilizam para oprimir o seu povo. O guardião da CRP, o Presidente da República, como toda a gente vê, é o maior aliado de todos os seus abusos. Eles limitam-se a abusar reiteradamente, incluindo na sua usurpação de poder a instrumentalização do órgão que constitucionalmente teria o poder de anular os abusos de tanta loucura furiosa concentrada. As apreciações do Tribunal Constitucional deixaram de ser jurídicas e passaram a ser políticas. A máfia manda confortavelmente, com toda a liberdade. Tornou a Constituição da República Portuguesa num livro antigo ao qual não há que fazer caso. E não há aqui nem melhores, nem piores. Há bandidos perigosos. Qualquer poder exercido à margem da CRP é um poder ilegítimo. Rua com eles.