segunda-feira, 5 de março de 2012

O Nobel das armas


Barack Obama disse estar pronto a “usar a força” para impedir que o Irão se arme com bombas nucleares, apesar de insistir que quer dar tempo à diplomacia. O primeiro-ministro israelita, uma espécie de pró-secretário da Defesa americana, que esta Segunda-feira é recebido na Casa Branca, elogiou o tom adoptado pelo Presidente norte-americano. As eleições estão à porta e é impossível financiar a campanha com dinheiros públicos. Mas com dinheiro judeu, a coisa já muda de figura. A guerra torna-se barata e o orçamento ganha uma elasticidade inusitada. Diga lá por que não antes na Síria, senhor Nobel?

4 comentários:

Zeca Galo disse...

Os fundamentalistas judaico-cristãos preparam-se mais uma vez para defender o dólar, desta vez à custa de um povo que já vai com 150 anos sem atacar primeiro outra nação. Faz sentido, se estão há 150 sem atacar ninguém grande esquema têm estado a tramar.
Quanto ao Obama, ouvi dizer que é uma lufada de ar fresco...ou seria um peido?
http://opaisdoburro.blogspot.com/2009/01/ao-virar-da-pgina.html

Filipe Tourais disse...

Tome lá um pouco disto: http://opaisdoburro.blogspot.com/2009/12/and-winner-was.html
Espero que lhe faça bem.

Zeca Galo disse...

Aceito que cada um tem a sua interpretação de um determinado conceito, de qualquer das maneiras acho estranho que se encare um prémio como incentivo para algo que se pretende fazer e não um reconhecimento pela obra feita. Mas tudo bem, talvez se lhe possa chamar um Nobel a crédito que descambou em incumprimento ou em malparado. A regra é que em caso de incumprimento alguém acaba por ter de pagar, geralmente a parte mais fraca. Neste caso pagam os povos árabes.

Filipe Tourais disse...

Eu confesso que, ao princípio, aliás, como já percebeu, também me entusiasmei com o Obama. Rapidamente verifiquei que me enganei e que o tipo é uma fraude.