segunda-feira, 12 de março de 2012

Muito bem

O Vaticano recusa a ideia da privatização da água, defendendo ao mesmo tempo a criação de autoridades regionais e transfronteiriças competentes para a sua gestão conjunta. O Conselho Pontifício Justiça e Paz defende, no texto, um conjunto de ideias para garantir o “direito natural e inviolável” do acesso à água. Esta não é “um bem meramente mercantil”, mas "público”. O documento “Água, um elemento essencial para a vida” insiste na ideia de que os recursos hídricos são um “bem universal” e acrescenta: “Se é compreensível e lógico que os actores privados tendam a desenvolver actividades rentáveis, eles não devem esquecer que a água tem um valor social e deve ser acessível para todos.”

2 comentários:

Vítor Fernandes disse...

Curiosamente num regime em que o Estado Social está longe de ser um exemplo, a Suiça, a água é GRATUITA na maioria dos cantões.

Anónimo disse...

Talvez a água privatizada não possa ser benta ao mesmo tempo? E se, por outros modos, os donos da água não forem laicos como o estado? Estranhos são os desígnios dos deuses...