sexta-feira, 9 de março de 2012

Mandam os isentos de IMI

O Vaticano prefere que um dos dois feriados religiosos a cair seja o 1 de Novembro e não o 15 de Agosto, como sugeriram os bispos portugueses. Apesar de oficialmente sermos um Estado laico, é a Igreja Católica, e não os contribuintes, que é ouvida para dar o seu veredicto sobre que feriados abolir e que outros conservar. A supressão de feriados, recorde-se, foi justificada pelo Governo como uma necessidade imposta pela situação difícil que o país atravessa. Em vez de veredictos sobre a aberração que constitui a manutenção de feriados religiosos num Estado laico, a Igreja poderia ajudar bem mais começando a pagar impostos, por exemplo, sobre o seu património imobiliário. Pagam zero. Já seria hora.

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