domingo, 11 de março de 2012

A ferros

Uma primeira parte para esquecer, uma desvantagem de um golo ao intervalo, um primeiro quarto de hora da segunda metade em que só por acaso não comeram o segundo golo e… uma corrida do recém-entrado Nelson Oliveira pela direita, cruzamento para o centro da área, Cardozo deixa passar a bola e Gaitan, também acabado de entrar, encosta para o empate. Quatro minutos depois, livre directo à entrada da área do Paços de Ferreira magistralmente executado por Bruno César e o 1-2 da primeira vitória nesta época a Norte do Rio Douro. O resto foi um onze inicial a gerir plantel, castigos e lesões,uma meia hora final de circulação e manutenção de posse de bola e uma arbitragem que, mais uma vez, voltou a roubar quanto pôde. E lá ficaram mais dois penalties por marcar. Já chateia.

2 comentários:

Anónimo disse...

Éntão e as expusões???Realmente não há diferença entre o adepto portista e benfiquista.Bem dizia Pinto da Costa há uns 20 anos atrás que se ne não controlasse o sistema a seu favor o benfica o faria como fez nos anos 60 e 70.
O futebol é apenas o espenho do unico pais subdesenvovido da Europa.E nós saloios como somos continuamos a pagar p ir aos estádios quando é mais que ´´obvio que quem ganha não se decide no campo.VIVA O ZÉ POVINHO!!

Anónimo disse...

Mas é o circo da bola que anima a malta, que faz um povo sem alma sentir-se vivo. São estas guerrazinhas caseiras à volta de quem tem a culpa porque os rapazes da terriola vizinha vieram ganhar o jogo da bola à nossa terrinha ou vice-versa. São estas coisas pequeninas que permitem a qualquer pessoa ter um pequeno confronto de idéias por mais medíocres que sejam. É assim, um povo pequenino, de coisas pequenas.