domingo, 19 de fevereiro de 2012

Sindicalismo e radicalismo de esquerda em pleno Cavaquistão ao Domingo

Pedro Passos Coelho foi neste domingo vaiado em pleno Cavaquistão, em Gouveia, durante uma visita à Feira do Queijo. "O primeiro-ministro tem de estar preparado para tudo”, afirmou. Tudo, tudo? Não. Tudo menos retroceder. “É preciso andar na rua e ouvir as pessoas”. E, em vez de ouvir, limitou-se a falar, a repetir a lengalenga de que no final do ano o pior terá passado, acrescentando-lhe um "há quem aproveite estas ocasiões para, de forma preparada e ensaiada”, protestar.”. E a imprensa dá uma ajudinha: “entre os que protestaram contra Passos estavam sindicalistas e elementos da comissão de utentes contra as portagens nas auto-estradas”. Aquela senhora de idade com aspecto ameaçador a quem ouvi na televisão dizer a Passos Coelho - nunca se calou enquanto "ouvia" - que há velhos a morrer de fome foi ilusão minha. Tratou-se de mais uma encenação do sindicalismo e radicalismo de esquerda que tão forte implantação tem na região. Os restantes estão com Passos. Todos. Sem excepções.

3 comentários:

Anónimo disse...

Enquanto forem so apupos estao com sorte. pode e começar a ser mais que apupos...

Filipe Tourais disse...

Justamente. Um Primeiro-ministro tem que estar preparado para tudo.

Anónimo disse...

Está-me a doer muito ver a fome por que estão passando muitos portugueses. Eu estou muito revoltada”, disse uma manifestante, captada pelos microfones da TSF. Passos Coelho responde dizendo que garante “que até ao final deste ano o mais difícil estará feito para pôr o país a recuperar” (faltam dez meses para o fim do ano), mas a manifestante respondeu: “Temos idosos a morrerem de fome, acredite! Temos idosos sem abrigo!” E insistiu: “Estou muito revoltada!” Passos Coelho tentou dizer que tem reforçado os mecanismos de apoio social.