“Uma nação com amor-próprio não anda de mão estendida”, disse Passos Coelho no Parlamento, a propósito da obediência canina que o impele compulsivamente a repetir que não precisa de mais tempo nem de renegociar as imposições da troika. Fiquei baralhado, confesso. Ou perdeu a cabeça e aquilo foi um apelo à revolta popular, ou, pior ainda, a admissão de que “na situação actual do país”, o amor próprio “dentro das nossas possibilidades” situa-se entre os joelhos que traz sempre impecavelmente sujos e a mão que nunca hesita
A ler: “Mentir no IRS dá prisão?!”
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No Blog Modelo3, o Celso Pinto discorre sobre a novidade de ontem de que se
prepara a penalização das falhas de preenchimento da declaração de IRS com
pena...
Há 22 minutos

3 Puxões e esticões adicionais:
Socrates dizia que nao era preciso pedir um resgate e depois foi o que se viu. Passos vai dizendo o mesmo mas ja ouvi analistas estrangeiros dizerem o contrario. Os erros repetem-se mas o povo nao aprende.
@Bruno Santos: faço das suas também as minhas palavras - foi disso logo que me lembrei quando ouvi essas declarações. Enfim, ainda há quem não acredita, mas eles são todos iguais...!
Não, eles não são todos iguais. Estes são, aceito, mas dizer que são todos iguais é esvaziarmos partidos dos quais precisamos para dar a volta a isto. A menos que queiram repetir a primavera árabe, derrubaram o poder e depois ficaram cada um para seu lado, sem organização política de suporte, à mercê dos todos iguais que se aproveitaram da situação.
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