sábado, 7 de janeiro de 2012

Da filantropia do "arco"

Fernando Nobre, essa referência incontornável dos movimentos auto-intitulados de “apolíticos”, renasceu do purgatório para assumir que, caso a sua mensagem “cidadã” tivesse tido o acolhimento esperado, para além dos líderes das bancadas dos três partidos da troika, a Assembleia da República teria ainda um Presidente pertencente à mesma associação de benfeitores. Paulo Portas, essa referência incontornável do patriotismo submarino, saiu da sombra de Passos Coelho para expressar toda a sua indignação pela marginalização injusta que tem deixado de fora da espuma destes dias a Opus Dei, outra associação filantrópica mais consentânea com as areias cristãs da sua praia.

2 comentários:

Paulo disse...

Suponho que o Filipe queria escrever "Opus Dei", certo?

Filipe Tourais disse...

Tem toda a razão. Obrigado, já corrigi. Isto anda a acontecer com frequência. Penso na forma como não se escreve e acabo por escrevê-lo. Ontem dei por mim a reler o que escrevi passado umas horas e deparo-me com "atraz". Vergonha.