sábado, 7 de janeiro de 2012

Sobre o aumento da idade da reforma

Um estudo avaliou as capacidades cognitivas de mais de sete mil funcionários públicos num período de dez anos, concluindo que, afinal, a deterioração não começa aos 60 anos e sim muito mais cedo, aos 45. Pondo de parte a tese imbecil que, a título daquilo que cérebros que observem degenerações bastante mais precoces julgarão ser uma piada, sugere que os funcionários públicos têm um cérebro diferente dos demais, aqui está mais um argumento, a juntar a tantos outros, que nos conduz à conclusão que todas as sociedades com abundância de desempregados que embarquem no prolongamento da vida activa, entre outras ineficiências, estão a perder dinheiro.

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