Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, o administrador da TVI Bernardo Bairrão seria o novo secretário de Estado da Administração Interna. Não foi.
domingo, 26 de junho de 2011
O Zé do mexerico
Não foi a censura que deixou de ser necessária, as notícias é que passaram a poder fazer mal
«1. O Expresso defende, desde sempre, a liberdade de expressão e a liberdade de informar, bem como repudia qualquer forma de censura ou pressão, seja ela legislativa, administrativa, política, económica ou cultural. O Expresso é um jornal com convicções, mas independente de todos os poderes, manifestando esse espírito de independência também em relação aos seus próprios anunciantes.
(…)
7. O Expresso sabe, também, que em casos muito excepcionais, há notícias que mereciam ser publicadas em lugar de destaque, mas que não devem ser referidas, não por auto-censura ou censura interna, mas porque a sua divulgação seria eventualmente nociva ao interesse nacional. O jornal reserva-se, como é óbvio, o direito de definir, caso a caso, a aplicação deste critério. (…)« - Estatuto editorial do Expresso.
Os burros comem palha, a questão é saber vender-lha.
A frugalidade do interior como virtude, versão Sócrates
A concretizar-se, será uma razia idêntica à que ocorreu no fim dos anos 80, quando os Governos de Cavaco Silva encerraram
