Há imenso tempo que não vejo notícias sobre o Bloco no Público on-line. Nem daquelas pequeninas, que aparecem por baixo das gordas. A campanha deve estar parada, só pode. No Jn, o mesmo nada. Espera lá. No DN, há uma cá em baixo, mesmo ao fundinho. Se alguém souber quando termina o boicote, por favor, avise. E quem queira ver que a campanha do Bloco está viva e bem viva, a agenda está aqui.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
The sinking brothers, INC: "Yes, we ®sink!"
(editado)
Estes "socialistas"
“O alargamento da protecção social aos trabalhadores que passam recibo verde também está em estudo, desde que “estejam ao serviço regular de uma única empresa e que o desemprego tenha carácter involuntário”. A cenourinha foi deixada pela Ministra do Trabalho numa acção de campanha mediática. E eu que pensava que recibos verdes ao serviço regular de uma única empresa são trabalho subordinado mascarado e, como tal, correspondem a uma fraude tipificada e com sanções previstas pela lei. Ou será que o que esta sindicalista reformada quis foi anunciar que a legalização dos falsos recibos verdes também foi acordada com a troika?
A febre castanha
(…) Krugman diz que só há uma solução: "Como a fada da confiança até agora ainda não apareceu", a crise tem-se agravado, "tornando-se evidente que a Grécia, Irlanda e Portugal não serão capazes de pagar as suas dívidas na totalidade". "Se quiser ser realista, a Europa tem de se preparar para aceitar uma redução da dívida, o que poderá ser feito através da ajuda das economias mais fortes e de perdões parciais impostos aos credores privados, que terão de se contentar com receber menos em troca de receber alguma coisa. Só que realismo é coisa que não parece abundar", sublinha.
Alemanha e BCE têm-se oposto a esta reestruturação da dívida, pondo em causa o próprio euro."Se os bancos gregos caírem, a Grécia pode ser forçada a sair do euro - e é fácil ver como isto pode ser a primeira peça de um dominó que se estende a grande parte da Europa. Então que estará o BCE a pensar?", questiona Krugman.
O Nobel da economia termina o texto com mais uma pergunta: "Estou convencido que isto é apenas falta de coragem para enfrentar o fracasso de uma fantasia. Parece-lhe tolo? Quem é que lhe disse que era o bom senso que governava o mundo?" (ler na íntegra, aqui).
(editado)
