segunda-feira, 28 de março de 2011

E o povo, pá?


“Não importa quem somos, mas aquilo que nos junta. Somos gente farta da falta de oportunidades e cansada do discurso mentiroso que afirma «não há outro caminho». Somos gente cujo investimento e sacrifícios dos pais na nossa educação resultou em desemprego e precariedade e ofende-nos ouvir dizer que a culpa da nossa precariedade é dos direitos que a geração deles conquistou. Somos gente que defende o trabalho digno e com direitos, independemente da idade e habilitações literárias. Somos gente que está farta de ter a vida congelada e o futuro, nosso e dos nossos filhos, adiado. Porque não nos resignamos, protestamos. Exigimos respeito e reclamamos o direito à dignidade e ao futuro.” É o povo, pá! Arrancou, hoje, na rua (video) e na plataforma wordpress. O manifesto é para continuar a ler, aqui. Ao blogue, vamo-lo acompanhando na coluna da direita.

PEC, PEC, PEC, PEC, toca a mostrar o sapato

A questão nuclear dos guardiões das utopias do impossível


Os alemães correram com a CDU de Ângela Merkel de Baden-Württemberg, no poder há 58 anos, e confiaram o Governo daquele estado com 11 milhões de habitantes a uma coligação liderada pelos Verdes, que conquistam pela primeira vez o Governo de um estado federado na Alemanha. Os media atribuem a decisão dos eleitores quase exclusivamente à questão nuclear. Vamos, portanto, evitar a tentação de colocar sequer a possibilidade de que a regressão social e a austeridade, que também sentem na pele, tenha pesado alguma coisita nesta decisão de mudar de vida. Naaaaaaaaaada a ver.

Jogo viciado

Uma constatação do dia é que há quem queira “informar” que já não há partidos nem de direita, nem de centro, nem de esquerda. Agora há “os principais partidos” e há os “outros”. e há a autoridade do Presindente de todos os portugueses.