Conforme o guião, pelas razões e motivações mais diversas, o PEC IV foi rejeitado. José Sócrates anunciou a demissão. Vamos a votos. Imediatamente a seguir, falou Jerónimo de Sousa. Depois dele, falava Francisco Louçã. Nisto, ouve-se “vamos ter que interrompê-lo, Pedro Passos Coelho iniciou a sua declaração ao país”. Não esperou. Começamos bem. E lá ficámos a saber que os mercados o preferem a Sócrates. Importante, sem dúvida alguma, ver a vaidade tão bem realçada. Agora, é repetir quantas vezes for necessário que as políticas seguidas até aqui por Sócrates eram boas… e que não resultaram porque era ele e não Passos Coelho o Primeiro-Ministro. E continuar a abafar quem responda a este favoritismo com propostas de mudança que invertam a trajectória de crise profunda que tem como únicos responsáveis os dois amigos que combinaram brincar aos mercados. Preparemo-nos para ver Passos Coelho a ser levado ao colo até ao seu desejado “pote”. O combate será bastante desigual. Desta vez, porém, os portugueses conhecem bem cada candidato e cada projecto, só se deixará enganar uma outra vez quem se deixe novamente embalar. O que será uma "estratégia verdadeiramente nacional"?
quarta-feira, 23 de março de 2011
Cantigas do dia
Há muito, muito, muito tempo, os três porquinhos aprenderam que só fugindo do lobo mau evitariam que os seus belos presuntos fossem parar à sua pança . O tempo passou e essa táctica entrou
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