domingo, 18 de dezembro de 2011

Quem é que não nos faz falta

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, sugere que os professores desempregados emigrem para países lusófonos, realçando as necessidades do Brasil. Tenho a certeza que o sentimento é recíproco. Aliás, não serão apenas os professores desempregados a desejar uma rápida emigração de toda a corja de políticos cuja competência, como não dá para criar emprego ou criar riqueza, é mascarada por um moralismo imaginativo na punição e na glorificação da pobreza e do sacrifício geral que usa como pretextos para roubar salários, roubar direitos, roubar futuros, ao mesmo tempo que enriquece uma minoria clientelar. Se não dão para mais, que dêem lugar a outros. Governantes sem soluções é que não fazem falta mesmo nenhuma.

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