quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Quem quer comprar um radical da incompetência?

Eles insistem. O eurodeputado do PSD Paulo Rangel sugeriu na terça-feira a criação de uma agência nacional para ajudar os portugueses que queiram emigrar, considerando que essa pode ser uma “segunda solução” para quem não encontra trabalho em Portugal. A primeira solução - e a segunda nada soluciona - seria termos um Governo que criasse emprego. Como não temos, a agência que se ocupe de oferecer os seus serviços. Pode ser que haja algum país de brutos que esteja interessado em ser governado por uma corja de radicais da incompetência mais descarada. Reforce-se que ao senhor Rangel não o exportámos para o local mais condizente com as suas desqualificações, o que demonstra que todo o cuidado é pouco com estes senhores. É todo um percurso político, e não apenas a crítica circunstancial, que diferencia quem é digno de confiança e quem não passa de mais um incompetente vendido com cara de bem intencionado.

4 comentários:

Eduardo Miguel Pereira disse...

Precisamente sobre a conjunctura actual e as palavras desse "iluminado" político (?) deixei hoje a minha opinião :
http://chegateaqui.blogspot.com/2011/12/regresso-triste-regresso.html

Já não se combate isto com cravos !

Anónimo disse...

Continuamos a ser um dos países com menores qualificações na europa. e entretanto, surpresa das surpresas, quem é que um 1º ministro licenciado aos 38 anos numa privada e um ministro dos assuntos parlamentares formado em 2007, com 46 anos. É no mínimo surreal que gente desta mande pela 1ª vez emigrar parte da população mais capaz enquanto gente como esta tem emprego. mas, mais qual a política e futuro português que esta gente tem em vista para portugal. um portugal em que quem dirige e dá directivas são os menos capazes que aí são colocados de formas estranhas e misteriosas...

Anónimo disse...

isto é mesmo mentalidade de funcionário público!
Não precisamos de governos que criem mais emprego. Isso tem sido a mentalidade dos nossos políticos, que levou ao excesso de pessoal na função púbica e agora estamos a pagá-lo. precisamos sim de uma mudança de mentalidade onde seja a SOCIEDADE CIVIL , que ao ficar mais empreendedora, será geradora de mais postos de trabalho.

Filipe Tourais disse...

Não precisa o amigo. Ainda bem. Lamento dizer-lhe que o que se vê nas suas palavras é a mentalidade de um simplório daqueles que não vêem criação de emprego fora do Estado através de políticas económicas e se conformaam com políticos bem falantes que, enquanto governantes, se limitam ao papel de Raínha de Inglaterra. Há-de julgar que está muito à frente, mas assim costuma ser a ignorância: atrevida. E só uma coisinha: nós não temos funcionáios públicos a mais, somos o 3º país da UE com menor percentagem de funcionários públicos na população activa. O resto são as tretas que os simplórios adoram repetir. Não dão para mais.