domingo, 20 de novembro de 2011

Seguro, o violento

António José Seguro defendeu hoje que nem os representantes da troika nem o Governo têm legitimidade democrática para reduzir salários ou para rever as tabelas salariais da função pública em Portugal. A abstenção pode estar a assumir novos estágios de violência. António José Seguro absteve-se na votação de um Orçamento que apenas contemplou 12 dos 14 salários dosservidores do Estado. É aguardar que faça as contas para se abster novamente quando a troika e os capatazes locais lhe explicarem que as novas tabelas são a forma de manter subsídios de férias e de Natal multiplicando o salário de cada mês pelo coeficiênte 12/14. Estou absolutamente seguro que os seus níveis de responsabilidade, sentido de Estado e patriotismo estão à altura do momento histórico em que o roubo provisório se oficialize eterno. Sem ser de esquerda e sem ser de direita, o PS há muito que também não sabe o significado de contrato eleitoral.

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