Após a prisão de Duarte Lima pelo seu envolvimento na roubalheira BPN e, imediatamente a seguir, depois da descoberta da possibilidade da sua extradição para o Brasil com a qual a Ministra da tutela quebrou o estranho silêncio com que a Justiça portuguesa brindou o caso do assassinato de Rosalina Ribeiro, sabemos hoje que, antes da nacionalização, o então deputado Miguel Relvas intermediou para o Banco Efisa, do grupo BPN, um negócio da ordem de 500 milhões de dólares, que envolveu o município do Rio de Janeiro. Abdool Vakil, ex-presidente do Efisa, confirmou ao PÚBLICO que Relvas, na altura membro da bancada parlamentar do PSD, o ajudou "a abrir portas no Brasil", mas o actual ministro explica que a sua colaboração ocorreu sempre "no quadro" da Kapakonsult, onde era administrador, e que teve um único cliente: o banco de negócios do BPN - Efisa. Continuam as coincidências engraçadas, mas ainda estamos longe da descoberta de que a laranja é mesmo redonda..
sábado, 19 de novembro de 2011
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