quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Gostei de ler: "Não esqueçamos que o modelo inglês..."

Há algo em que somos mesmo bons, ou seja, a seguir os exemplos que algures já se descobriu darem maus resultados no que às aprendizagens diz respeito.


É que não chega parecer modernaço, giro e não sei quê por parte de uns quantos cérebros de think tanks que acreditam ser liberais porque leram Hayek ou Friedman e depois discutiram isso endogamicamente ao som de uns gins tónicos.




Read all about it: Britain’s shameful literacy crisis


So rioters shunned bookshops because they didn’t offer anything they wanted? That points to a debilitating exclusion from a civilised culture.



O caminho que querem percorrer leva-nos a um futuro que já é o presente de outros países que apostaram na desregulação do que eram serviços públicos nas áreas, por exemplo, da Saúde, Educação e Transportes, com consequências críticas do ponto de vista da coesão social e do agravamento dos fenómenos de exclusão, marginalidade e disrupção social.


Entre nós, ainda nas primícias, já se começa a observar o agravamento destes fenómenos, pelo que é melhor arranjar capacete, colocar muitas trancas na porta e fazer um plano de emergência para evacuar primeiro as crianças, idosos e mulheres.


Estou cansado de tanto São Tomé, que precisa colocar a mão nas chagas para acreditar que o sangue que escorre é mesmo sangue." - Paulo Guinote, no A Educação do Meu Umbigo.

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