segunda-feira, 11 de julho de 2011

1, 2, 3, o rating do Paraíso

Em 1, o resultado da demissão dos poderes públicos e da entrega de funções de soberania aos mercados. Em 2, a histeria provocada pela constatação súbita de um processo que, porque enriqueceu muito boa gente, não é de crer tenha ocorrido apenas agora: uma Comissária a sugerir o desmantelamento de uma empresa privada, por sinal fornecedora à UE dos serviços que não quiseram que fosse (por exemplo) o BCE a assegurar. Em 3, com o circo a arder, a soberana não eleita da União Europeia a insistir na mesma solução  que provocou o descalabro de 1. Se não fossem as agências de rating, a UE seria um paraíso na Terra. 



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